Rockfeller, 5th avenue, Love, Soho

A sexta-feira (24) começou meio punk aqui em NY. Quando a gente tava no meio da aula, começaram a pipocar as notícias de que 10 pessoas tinham sido baleadas em frente ao Empire State Building, numa rua lotada de pessoas, por um louco qualquer que surgiu armado do nada… Quando você vê esse tipo de notícia e não mora no local é bem diferente de quando você está mais próximo de vivenciar aquilo. Fiquei um pouco assustada, porque desde que cheguei já tiveram duas ocorrências do tipo em dois dos locais mais movimentados (Times Square e Herald Square). Alguns dos alunos receberam ligação dos pais durante a aula e outros (como eu), preferiram avisar logo que tava tudo bem antes que nossos pais vissem a notícia de noite e não conseguissem falar com a gente. O pior é que tem uma unidade da Kaplan no Empire State, então ficou meio que aquela tensão pra saber se tava tudo bem com os alunos, mas todos estavam salvos.

Inicialmente, eu e Bruna tínhamos planejado subir no topo do Empire, mas com esses acontecimentos, o prédio e a área ao redor ficaram isolados o dia todo e a gente teve que recorrer ao Top of the Rock pra Bruna ver a vista. Por mim tudo bem, porque todo mundo diz que a vista do Rockfeller Center é melhor e porque ele é mais barato também. Me encontrei com Bruna na saída da escola e de lá fomos pro Rockfeller. Comemos por lá mesmo no Wendys (que por sinal, eu achei horrível) e depois fomos comprar os tickets pra subir. Tava super tranquilo, já que era sexta-feira, hora de almoço, então conseguimos subir logo depois de comprar as entradas. Tive oportunidade de ir duas vezes no Top of the Rock: de noite com minha prima e de manhã com Bruna… ambos os horários tem seus prós e contras: de dia é ruim porque é muito sol na sua cara, muito calor e não tem as luzes da cidade acesas iluminando tudo. Já de noite, a vista é maravilhosa, mas se você não tiver uma máquina mais profissional, com flash potente, não consegue capturar nada, ou seja, sem fotos bacanas. Enfim… tiramos algumas fotos, ficamos apreciando a vista e depois descemos pra passear na Rockfeller plaza. Tava tendo uma feirinha super legal de produtos artesanais e comida orgânica, cada um com sua barraquinha expondo verduras, queijos, doces, tortas e muitas outras coisas. Também fomos na loja da Lego, que é muito massa, e ficamos por lá um pouco olhando as montagens que eles fazem e desejando comprar todas as pecinhas de lego pra brincar em casa. Era muito bom!

Vista do Top of the Rock

Dragão de Lego na loja do Rockfeller Plaza

De lá a gente foi andar até a 6th avenue pra achar a escultura Love em que todo mundo tira foto, mas foi uma resenha, porque acabamos indo pro lado errado e nos perdemos legal na área dos rycos. Só foi bom porque deu pra caminhar pela 5th avenue e ver as lojas de luxo, mas o sol quente tava foda. Procurei no celular o caminho certo e voltamos tudo de novo pra ir atrás dessa escultura. No caminho passamos por inúmeros locais famosos, como o St. Regis Hotel, que apareceu em alguns episódios de Gossip Girl e que é um hotel de luxo daqui. Finalmente chegamos nessa bendita escultura e depois de tirar algumas fotos e descansar um pouco, pegamos o metrô rumo ao Soho pra conhecer o local e procurar saber aonde era a loja do pessoal de NY Ink (reality show de tattoo de Ami James, que já tinha feito Miami Ink antes,e que a gente AMA).

Depois de passar quase 2h rodando pela Tribeca/Soho (porque, claro, tínhamos que pegar a linha errada e descer longe que só do lugar), finalmente fomos pra área boa de conhecer. Acho que foi o bairro que mais gostei até agora. Tem um monte de loja legal, seja internacional ou de marcas locais, tem gente vendendo chapéus, bijous e roupas na rua, tem um monte de restaurantezinho e bar bem bonitinhos e tem uma galera bem descolada e bonita, que dá gosto de ver. O clima é arretado! Achamos a Wooster depois de muitas andadas pelas ruas de lá e quando chegamos na frente, avisaram que tava rolando gravação e que devíamos assinar um termo de autorização de uso de imagem pro caso de aparecermos no episódio. Me senti, tipo, super importante! Hahaha. Infelizmente não foi dessa vez que a fama veio pra ficar, pois como só fomos até a recepção perguntar sobre preço e os esquemas de tattoo, não demoramos muito 😦 Mas ainda consegui ver Megan Massacre e os outros por lá. Sim! Quando a gente tava chegando, Ami James passou do nosso lado na rua pra entrar num carro. Ficamos, tipo: aaaaaaaaaaaaaah!

Depois, mortas de cansadas, fomos pra casa. Ficamos em dúvida se saíamos ou não pra jantar e acabamos tomando coragem pra ir pro Hard Rock Cafe da Times Square. Ele é geralmente lotado e um inferno, mas como chegamos tarde, o horário de pico já tinha passado. Esperamos bem pouquinho e ficamos lá pela frente tirando fotos com as relíquias dos Beatles, de Elvis, de Sinatra (é o fraco!) e conhecendo o local. A gente foi atentidas por “um garçonete” suuuper gente boa. Era um gayzinho rebolativo chamado Brian ou Josh (acabamos chamando ele de Brian Josh), que sentava na nossa mesa pra conversar sobre os pedidos e que indicou um vinho mara pra gente em homenagem a Pink Floyd. No final ele ainda escreveu e desenhou coisinhas fofas na nossa conta kkkkkkk. Colhega e best friend forever.

Love na 6th avenue com a 55th st

Se passando no Hard Rock

A comida tava uma deli, o vinho tava na temperatura ideal e depois de jantar, a gente voltou pra casa pesadas e malemolentes, prontas pra dormir bonitas no calor do meu quarto.

 

 

 

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